Em 14 de novembro são propagadas diversas ações e informações pelo Dia Mundial do Diabetes, doença que atinge mais de 13 milhões de pessoas no Brasil, com grande impacto sobre a qualidade de vida, em virtude das sequelas que se desenvolvem a partir de tratamentos inadequados ou pela simples evolução da doença ao longo dos anos.   Dentre algumas destas sequelas, a dor neuropática diabética é uma das mais debilitantes.

Gerada a partir de uma lesão nervosa periférica ocorrida pelas alterações vasculares e danos metabólicos da hiperglicemia, característica do Diabetes Melito, a dor neuropática atinge de 10 a 30% dos portadores da doença e surge, mais frequentemente, a partir de 10 anos de atividade desta.

O problema interfere diretamente na rotina diária e nos relacionamentos dos seus portadores, pelo desconforto e limitações provocadas pela dor, por forte queimação nos pés e também nas mãos, além de pontadas ou choques nas extremidades dos membros, especialmente os inferiores. Em algumas situações, pode apresentar dormência. Em geral, a crise pode ser desencadeada por estímulos simples como contato com água e roupa.

Embora a neuropatia diabética esteja presente no processo evolutivo do diabetes, ela pode ser evitada ou ter seu aparecimento adiado com algumas medidas simples, como o controle rígido da glicemia, o uso de calçados adequados – com palmilhas especiais, a ingestão de vitaminas que regeneram a membrana que envol