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Na semana em que se comemora o Dia Nacional do Combate ao Câncer, campanha relembra importância do tratamento da dor física e emocional

O Dia Nacional de Combate ao Câncer será comemorado na próxima sexta-feira (27/11). Lançado em 1988, a data é apenas um marco perante tantas iniciativas já realizadas em prol da luta contra a doença. Segundo o Ministério da Saúde, "as comemorações visam dar visibilidade às importantes entidades de combate ao câncer, de consagração aos inumeráveis e valiosos serviços prestados ao país, e proporcionar mobilização popular quanto aos aspectos educativos e sociais na luta contra o câncer".

Em sintonia com o tema, a campanha Câncer: Viva Sem Dor, criada em 2009 pelo Centro de Dor e Neuro-oncologia do Hospital 9 de Julho, em alinhamento com a IASP – International Association for the Study of Pain (USA) busca a disseminação do conhecimento da população sobre prevenção, tratamento e, sobretudo, a atenção à dor física e emocional de pacientes e cuidadores.

"Aproveitamos o Dia Nacional do Combate ao Câncer para relembrar as ações de nossa campanha, cujo objetivo é divulgar que a doença não precisa ser sinônimo de Dor e esclarecer a públicos leigo e profissional sobre a viabilidade e necessidade de atendimento especializado em Dor aos portadores de câncer, assim como dar suporte aos seus familiares", declara Dr. Cláudio F. Corrêa, coordenador da campanha.

Neste aspecto, durante o ano o Serviço vem realizando eventos gratuitos com o intuito de melhorar a qualidade de vida de pessoas envolvidas com a doença. Exemplo disto é o grupo de apoio psicológico como a realização de palestras e atendimentos mensais. O próximo encontro será dia 5/12, às 10 horas, no Centro de Dor. (os interessados devem se inscrever pelos telefones 11 3539.9901 e 11 3539.9902. As vagas são limitadas).

Embora muitos tipos de câncer possam ser diagnosticados e tratados precocemente, e mais pacientes sejam curados a cada ano, as estatísticas mostram que muitas pessoas ainda sofrem com a dor gerada pela doença. Dentre as várias razões para isso está a "opiofobia" (medo de uso de medicamentos a base opioides) entre médicos, enfermeiros, pacientes e seus familiares. Aliado a este fator, encontram-se as restrições governamentais a medicamentos para dor, bem como limitações financeiras dos pacientes.

Segundo o INCA – Instituto Nacional Contra o Câncer, os cânceres mais comuns entre os brasileiros são de próstata, mama, pulmão, cólon e reto, estômago, colo do útero, boca, esôfago, leucemias, pele melanoma e pele não-melanoma.

Para Dr. Corrêa, o Brasil, a exemplo de outros países, está muito aquém de oferecer tratamento digno aos portadores de câncer. "Falta conhecimento adequado a respeito do assunto, não apenas pela população leiga, mas também por parte de profissionais que lidam com a doença", relata. "Ainda existe um mito muito grande por parte de pacientes de que ao tratar a Dor o médico irá perder o foco do tratamento do câncer em si. Já por parte dos profissionais, a maior deficiência está no conhecimento e manejo dos opióides para o controle da dor, aliado aos fatores político/burocráticos para sua prescrição", acrescenta o médico.

Mais informações podem ser obtidas através dos endereços eletrônicos abaixo:

Site: http://www.centrodedor.com.br/vivasemdor

Twitter: http://twitter.com/vivasemdor

Blog do Centro de Dor: http://centrodedor.wordpress.com

IASP: http://www.iasp-pain.org//AM/Template.cfm?Section=Home

Informações para a Imprensa:
Baruco Comunicação Estratégica
Fones: (11) 3539-9901/9902 | e-mail: info@baruco.com.br
Aline Pires (11) 8352-2559 e Ricardo Berlitz (11) 9645.2067

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