Alternativa cirúrgica
As cirurgias são indicadas quando a terapia medicamentosa já não faz mais efeito. São bastante seguras, com baixos índices de intercorrências e resultados bastante satisfatórios.
Procedimentos ablativos (lesão em núcleos específicos dos gânglios da base–encéfalo) e neuroaumentativos (neuroestimulador) podem fazer parte significativa do tratamento destas enfermidades, ou pelo menos, de alguns dos mais importantes sintomas, como é o caso dos tremores ou movimentos discinéticos.
Entre as cirurgias ablativas estão a
Palidotomia, indicada para o tratamento das discinesias induzidas pela levodopa, para a rigidez presente nos parkinsonianos e para as distonias. Já a
Talamotomia é indicada para o tratamento dos tremores e, algumas vezes, para o tratamento das distonias. Quando esta cirurgia é realizada na área denominada Zona Incerta (no tálamo), a intenção é o tratamento do tremor associado à rigidez.
Já entre as cirurgias por neuroestimulação estão a do
Núcleo Subtalâmico de Luys, indicada nos doentes com Parkinson que apresentam tremor e rigidez associada e a do
Globo Pálido, para o tratamento das distonias e dos doentes com rigidez parkinsoniana.
De qualquer maneira, equipes multiprofissionais são de importância significativa na orientação dos pacientes e seus cuidadores, promovendo uma melhora dos sintomas e, principalmente, da qualidade de vida.
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Planejamento ( FUSÃO DE ATLAS COM IMAGENS DE ESTEREOTOMOGRAFIA) |